Meça as crítica ao Lolla!

Essa será minha visão do Lolla, ela é mais ou menos assim:

Faz um bommmmm tempo que não escrevo nada por aqui e ler tanta crítica à essa edição do Lolla me fez querer dar pitaco porque acho que tem muita gente falando merda. Já li críticas que fazem sentido (http://www.brasilpost.com.br/2015/03/30/lollapalooza-brasil-2015-_n_6968830.html), críticas de gente que queria estar lá e, como provavelmente não pôde, resolveu falar que era melhor ver da TV (http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/29/lollapalooza-segue-exagerado-vale-mais-a-pena-estar-la-ou-ver-pela-tv.htm) e até agora nenhuma opinião de quem estava lá pra curtir o festival e não unicamente pra escrever sobre ele depois. Eis aqui uma:

Pra começo de conversa, o festival foi simplesmente incrível.

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                                                             sobre Skrillex

Nota: Esse texto será com poucas fotos e muita opinião simplesmente porque, como os migos mais próximos sabem, minha casa foi assaltada e eu não tinha mais minha câmera para fazer fotos bonitinhas nesse lolla. Sofri, mas levei a instax e algumas lomos, então, quando revelar, vai ter foto pra postar, repostar e postar pela milésima vez. Estou especialmente encantada com essa viagem e esse lolla porque superou todas as expectativas e não tem nada melhor que ser surpreendida, né.. Então vamo lá!

aquelas foto bem tia
aquelas foto bem tia

Minha expectativa era apenas de ver os shows que queria e não sofrer com o tamanho do lugar onde aconteceria. Eu só esperava isso desse festival porque fui pra lá com muito preconceito, movida apenas pelo sentimento maluco de querer assistir às bandas dessa edição. Como não fui em 2014, falava mal do Autódromo, que era muito grande e muito longe, falava mal dos patrocinadores que eram a Skol (marca de cerveja que odeio que patrocina micareta) e não mais a Heineken (marca de cerveja melhorzinha que Skol e que patrocina o Rock in Rio), que eram um desodorante e um absorvente ao invés do Trident, falava mal de ter que ir de trem e não de metrô e ainda falava que o que salvava era, além das bandas, a Ray-ban ao invés da Chilli Beans, resumindo.. eu só falava mal!

Eu só não pensei no mais óbvio: claro que eles iriam fazer de tudo pra ganhar credibilidade da galera. E fizeram!!!

Vou falar das atividades que fui  e o resto vocês podem ler na imagem do meu mapinha, ele explicava tudo que tinha lá pra gente. Pra que eu pagasse a língua até falar que chega, a Skol fez um tal de Skol Park, que era um espaço inspirado em parques de diversão, com gangorra, escorregador, alvo para facas, fábrica de vinis com músicas de bandas que já foram ao festival e um palco, que abria do nada onde estavam servindo chopp para pequenos shows durante o festival. Como se não bastasse, se você ficasse na fila milhões de horas (ponto negativo), eles tiravam uma foto sua, imprimiam em um pôster grandinho e davam pra um grafiteiro de verdade (!!!) escrever o que você quisesse! A minha ficou o meu xodózin, valia a pena ❤ (devo admitir que só tive a minha porque a migs Navarro lindinha ficou lá enquanto eu fui pro show do The Kooks, me deixaram entrar na fila e eu nem fazia questão (pq não tinha ficado lá o tempo todo) mas ainda bem que insistiram pq foi só amor ❤ )

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A Chevrolet, responsável pelo melhor palco do festival na minha opinião, o Ônix, tinha seu espaço com uma Montanha Russa sensacional (que eu não tive coragem de ir, claro), um carro sendo grafitado durante o festival inteiro (!!!) (que ficou maravilhoso no fim), tinha internet livre, maquiagem e penteados (que não fiz e não sei como eram) e um carro para testar a chave e, caso ligasse, ganhar a vista privilegiada de um show a sua escolha naquele palco (que vontade de ganhar pro The Kooks ein).digitalizar0001

A Fusion, que eu nem sabia que patrocinaria o festival, me deu a oportunidade incrível de ter uma aula de mixagem de verdade com um DJ. Preciso falar mais alguma coisa? Tá aí o link da música que fiz, bem paia, mas pretendo melhorar porque achei muito doido! https://soundcloud.com/fusiondjstudio/isabella-lyra2015-03-29-20h52m08?fb_action_ids=823685777685083&fb_action_types=og.shares (além da experiência, esse espaço te dava o copo mais lindinho do lolla, que era meio verde com o escrito Lollapalooza, mais que aprovado)

era tipo esse, só que sem o I ❤ (achei esse no search do Google porque fiquei com preguiça de tirar foto do meu)

Os Correios mandaram bem na ideia de pontos pra carregar o celular, que também tinha na Chevrolet, mas puts, podiam ter multiplicado por mil porque a situação tava feia, viu.. Eles também fizeram uma parada de transporte entre os palcos, no Lolla Express By Correios, mas não sabíamos se era pago e ficamos com medo de ir lá atoa, porque realmente era meio longinho..

A Ray Ban mitou propondo que você fizesse uma camisa Speaking The Truth, não fiz, mas amigos fizeram e era linda. Você escolhia uma frase e ele silkavam na hora pra você! Não eram lá os óculos gigantes da Chili Beans espalhados no Lolla 2013, mas foi bem legal! (selinho de aprovação)

A Lollastore desse ano tinha de tudo, só pecou nas camisas porque não tinha nenhuma sem LOLLAPALOOZA de todo tamanho no meio, não quis levar e comprei bottons, mas as capinhas pra Iphone eram um dengo, se meu celular não fosse Lumia, não saberia qual levar!!!

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A Lollamarket era um amor com um pouquinho de cada coisa, ótima ideia que não tinha nas edições que fui, tinha banquinhos, lojinha de tudo quanto há, stand da Converse com direito à foto artística do seu tênis sujo e pôster impresso na hora (que, claro, eu fiz), stand de Taro, cabine de fotinhas e nada com preço exorbitante. As fotos, por exemplo, eram 5 reais e você ganhava duas! Só amor! ❤ 11076205_823811061005888_5759155345060196851_n

Ok, com tudo isso à nossa disposição, devo ter dado motivo de ir até pra quem não curtia nenhuma banda do festival, era a maioria de graça e a única fila sem noção era a do Skol Park ou a do Ray Ban Expression, o resto era suavezin ao meu ver. Tirando essa parte linda do festival, vamos ao que interessa..

Será que é verdade tudo que falaram mal em relação ao local e à distância entre palcos?

Sendo bem sincera? Não.

Sim, era grande. Sim, era longe, mas nada impraticável e tinha sim um lado bom: a distribuição da galera. Eu li por aí que era um defeito os palcos ficarem entre morros e você ter subir e descer ladeira pra assistir aos shows, mas esqueceram de pontuar o mais importante.. Se não fossem as colinazinhas perto dos palcos, principalmente o Ônix, só quem assistira bem aos shows seria quem estava na grade. Posso dizer com experiência que assistir ao show de uma banda que você gosta no Brasil TEM que ser da grade, se não você não vê nada além do telão. O Lolla desse ano me fez mudar esse conceito porque assisti à Foster e Kooks dos lugares mais longes possíveis e consegui ver tudo exatamente porque estava no alto dessas colinas. Façam-me o favor, galerinha, e ainda tem gente falando que foi melhor da TV? Bitch, please…….. Eu não cheguei a assistir a nenhum show do Palco Axe, mas passei lá em frente na volta do Major Lazer enquanto os fofos do Bastille tocavam Pompeii e talvez fosse o único palco que poderiam colocar defeito. Por ser plano o local da platéia e afastado dos outros (e olha que o Perry era bem mais rolê pra chegar ein).

                                                                            eis o mapa

Agora sim a crítica que acho que faz sentido, mas é mal de todo show que vou: os preços. Tinha tanto Foodtruck, mas tanto Foodtruck, que eu queria ter mais estômago e dinheiro pra ter provado tanta coisa diferente. Era tudo muito caro, mas com uma diversidade imensa. Rolou foodtruck de vinho, de suco orgânico, de cachorro quente de camarão, sanduíches de tudo que você pensar e imaginar, picolé e tudo que se pode comer nessa vida. Haja dinheiro!!!! A cerveja era só skol mesmo, 10 dilminhas, correspondentes à 4 preciosos mangos. Não tomei uma gotinha, guardei pra água, já que tinha exagerado no álcool nos rolês anteriores da Augusta (ps. a água era no copinho, 2 mangos, 5 dilmas). Mas ah, gente, vamos combinar, tudo em festival é caro, sempre é caro e a grande sacanagem foi eles falarem que não podia levar nada pra você chegar lá sem nada mesmo e eles nem revistarem direito, isso sim foi errado!

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hotdog de camarão teve sim!

Tem um ponto que achei mancada de fato da parte da organização do festival e não vi ninguém falando.. Foi o tal do Mango. Era a moeda do lolla, que valia R$2,50 e na verdade só valia mesmo pros foodtrucks, que foram os que levaram à sério a proposta. Os vendedores que passavam perto dos palcos vendiam as coisas por mais Mangos do que realmente valiam, aceitavam também dinheiro e virou amaior bagunça. Acho que deveria ser mais organizado! Sem contar que os mangos eram bem feios se comparados com as pilla dos outros anos, né ):

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No mais, banheiros estavam ok, químicos gonna be químicos, mas ao menos tinham pias improvisadas para lavarmos as mãos. Os postos de saúde eram bem localizados, saídas bem sinalizadas, TINHA GUARDA VOLUMES (que não usei, mas cogitei usar e achei a melhor ideia do mundo, selo de aprovação master pra quem leva mil câmeras e blusas de frio), tinha caixa eletrônico, tinha área relax com redes ❤, tinha área com massagem de graça ❤, TINHA MUITA CRIANÇA <3, postos de selfie e melhor vista do palco AXE, tenda de comes e bebes e transporte exclusivo do lolla pro Autódromo (bem carinho, btw), o que não teve nas outras edições que fui e nem precisava né.

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                  pôr do sol no Kasabian ❤

Sobre os shows, eu nem tenho palavras pra dizer o que achei de tudo, de cada banda que sonhava em poder ver e enfim foi! Que o Alt-J era o grande motivo d’eu estar lá, que eles me deram um grande medo de não serem bons ao vivo em lugar aberto, mas na verdade, foram sensacionais em cada arrepio e cada música. Que a Banda do Mar mostrou pra todo mundo ali o que é amor. Que o Kasabian me fez enlouquecer com a voz do guitarrista e o pôr do sol, fazendo valer a pena perder DJ Snake para estar ali. Que o pouco que vi de Robert Plant me fez lembrar o quanto amo Led Zeppelin e os gemidinhos desse velhinho foda! Que o Skrillex me fez rever meus conceitos sobre DJs, de que todos eram iguais. Que as duas músicas de Jack White que queria ver, e vi, me mataram com a voz diferente de tudo que aquele homem tem. Que o Major Lazer, pela segunda vez, me deixou boquiaberta num show totalmente insano em que eu estava completamente sozinha. E isso tudo só no primeiro dia!

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No segundo, foi a vez de ver tudo que o festival tinha para nos oferecer, que foram essas atividades lindinhas que citei acima. Foi a vez do The Kooks me matar com um setlist magnífico, com esse CD novo que descrevia tudo que eu estava sentindo ali e as músicas antigas que me levavam diretamente pros meus 14/15 anos de paixonite pelo Luke (e que homem, que sotaque). Depois, bem de longe, do Skol Park, assisti a Foster pela segunda vez na vida, desolada pelos acontecimentos de BH e apaixonada pelo feeling novo psicodélico que os pequenos que me surpreenderam em 2012, agora maduros, mandaram naquele festival. Foi o show mais cheio daquele palco e o segundo mais do festival, só perdendo pra Calvin Harris. Este vi o finalzinho e me doeu ver só Summer porque quando soube que ele mixou Florence e Icona Pop durante o show já comecei a rezar pra ele voltar logo. Por fim, vim um pedacinho de Pharrel Williams pra mandar pra família e reviver bons momentos que as músicas dele me proporcionaram e depois fui barrada na tenda do Perry, com a superlotação do show do Steve Aoki. Sofri por não ver o tal do ~Steve, cake me~, mas tinha que ter algo de ruim além da chuva nesse festival, né! E em maio ele tá aqui em BH para nos jogar bastante bolo!

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                at their show on sunday ❤

Bom, essa foi a minha visão do Lollapalooza 2015. Foi sensacional, foi o melhor festival que já fui analisando todos os critérios e foi pra entrar na história exatamente porque todos os patrocinadores quiseram mitar. Tenho dito que foi um festival pra ninguém colocar defeito. Então quem tá colocando aí.. Meça seus recalque, parça!

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Teve MC Brinquedo no lolla SIM!
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Apatia aos EUA

Caros amigos, quero, de uma vez por todas, deixar , ou tentar deixar, clara a minha opinião sobre a grande nação americana. Comecemos pelo fato de que vocês não devem levar tão à sério quando digo detestar o país. Afinal…

Um país tem muitos fatores a serem detestados, pode se tratar de todos ao mesmo tempo ou de apenas uma generalização que seria explicada para os realmente interessados.

Ah, eu sei muito bem que meu blog não tem leitor algum e, se tem, são amigos próximos que não serão tão sinceros no julgamento do texto. Sendo assim, peço que, os que lerem, sejam verdadeiros, mas educados. De qualquer forma, este texto não esta sendo digitado com o objetivo de ganhar leitores, mas sim ter tudo que penso formulado e pronto para que, quando alguém quiser que eu explique a generalização que citei antes, eu possa apenas mandar um link e esperar respostas. Isso torna tudo mais rápido para uma estudante do 2º ano que mal tem tempo pra respirar.

Citado o objetivo, podemos passar pra “o que você quer saber de verdade”..

Como já disse, a minha relação de apatia aos EUA é em partes, se considerarmos a nação por inteiro. Não podemos negar que é um povo “admirável” quando se trata de nacionalismo, a nação com, se bobear, a população mais nacionalista dos tempos atuais e veja bem, nada fura este orgulho, um país com uma incrível economia e não podemos deixar de lado, as muitas bandas boas no mercado da música. Opa, inclusive a minha banda preferida… Tá vendo como não tem como odiar os EUA por inteiro? Não pra mim..

Levando em consideração tudo que o país norte americano  nos proporciona, podemos dizer que o mundo seria um caos se, do nada, este país sumisse. Podemos sim cogitar a hipótese de viver muito bem sem que ele nunca tivesse existido (apesar d’eu achar que se não os americanos, algum outro faria o mesmo papel), mas sem os EUA por agora… Não consigo imaginar algo muito estável.

Que papel é este que disse? Bom, o papel de “grande vilão” (só para os que leem mais do que é proporcionado corriqueiramente). “Vilão da obesidade”, “da aculturação” e “da maioria das guerras pequenas” no mundo. Bom, é só pensar.. Vamos pela ordem..

Com uma vida rápida e prática, a cultura americana criou o fast food, tipo de comida que fez sucesso na maioria dos países porque é prático e gostoso. A necessidade de uma criança comer um Mc Lanche Feliz todo mês (e estou sendo generosa porque costumam comer toda semana/todo dia) aumentou porque queriam o brinquedo e etc.. E, poxa vida, que puta jogada de marketing. Realmente muito boa.. Por este lado, devemos respeitar, oras, é só a cultura do país. O problema só surge quando querem impôr tudo isso às outras culturas.

Sobre a aculturação, já fiz um texto inteiro sobre isso no 11 de setembro passado ou retrasado, mas pra quem num leu, minha opinião é a seguinte.. O ocidente é alucinado com os filmes de Hollywood, com as notícias do nível do jornal da Globo e as revistas como a Veja. Digo e afirmo isso porque todas, eu repito: todas, seja no Brasil ou na América Latina em geral, as pessoas que você parar na rua para perguntar o que acham dos terroristas, responderão “loucos”. Essa imagem de loucura associada ao Oriente Médio foi enfiada na cabeça através de filmes como Argo, que ridicularizam as pessoas do Oriente Médio as colocando como vilãs, quando, na verdade, quem chegou antes querendo impôr cultura foram os EUA e essa parte ninguém mostra. É aquela história de esconder o erro mostrando o do inimigo (tipo a eleição da Dilma com o Serra), sabe?

Por fim, como um dos maiores vendedores de armas do mundo, que inclusive tem boa parte da economia baseada nisso, o país norte americano conta com a venda exorbitante de armas para  pequenos grupos. Estes possuem divergências culturais ou religiosas e, depois, geram guerras civis em seus pequenos países.

Bom, é isso, aí é que mora o sentimento que tenho pelo país. De repulsa por ser um capitalismo porco, que deixa de lado a vida para ganhar dinheiro. Um capitalismo exagerado que deixa de lado os valores culturais para ganhar dinheiro. E daí pra frente só piora. Bom, eu seria hipócrita em dizer que odeio tudo relacionado aos EUA porque uso iphone e sou fã do Red Hot Chili Peppers. Sendo assim, o que não gosto é da forma de governo, do nacionalismo excessivo, do “não conseguir admitir que estavam errados”, da falta de respeito com as outras culturas e, principalmente, a manipulação do ocidente, de colocar todos contra o terrorismo, por exemplo, e contra o que mais quiserem. É disso que tenho um sentimento de quase ódio dos EUA.

Acho que isso é tudo, pessoal!

(digitado com muito sono e postado sem revisão de português)

Reviravolta

Hummmm.. Hoje fazem sete meses exatos que escrevi o último texto neste blog. Meu querido blog e meu eterno sonho de mantê-lo atualizado. Há tantas coisas que tenho vontade de escrever e há tão pouco tempo pra conseguir formular tudo e conciliar com a escola, família e amigos. 
Pois então.. Quero informar, por meio deste texto, que estou de volta.. e eu não voltaria com as mãos abanando, né? Aí pra frente colocarei algumas ideias atuais para que o blog deixe de ser um diário discreto e menos explícito para virar um lugar (na internet) onde eu falo o que penso e, claro, não apenas dos shows que vou ou os fatos que passo. Não prometo estar sempre atualizando, mas dou a minha palavra de que sempre estarei tentando. 

Tópicos fixos para postar brevemente para vocês: 
~ Lollapalooza 2013

~ Lollapalooza 2012 (num posso abandonar assim)

~ Algo sobre os EUA 

Lembrando que sou uma guria de 17 anos formando minha opinião, gostaria de pedir, por gentileza, uma certa paciência com o que escrevo.. Se achar muita tolice, ignore, um dia vou entender que estava errada.

I’d be there

Bom, eu tentei dizer, EU TENTEI DIZER QUE EU ESTARIA LÁ, esperando por.. Antônio, o cara que canta músicas pra mim quando estou tristinha, alegrinha, chatinha, ahn????? É! Poxa, eu tentei dizer até pra minha consciência que eu estaria lá, mas foi difícil acreditar.

IMAGINEM AGORA QUE UM ANO SE PASSOU????????

Eu estava ali, no canto, relendo meus textos sobre este grande dia. Puta merda! Quanta merda.. Eu li, li outra vez, li de novo, li mais uma vez e cheguei a só uma conclusão: nunca vou conseguir descrever o que passei ali. É, nunca. Aqueles 3072 caracteres que escrevi, que fiz vocês lerem milhões de vezes etc e tal.. Não mostram nem metadica do que eu senti naquele dia. Então resolvi fazer diferente neste primeiro aniversário…


Sim, vídeos.. Vídeos meus e da Júlia que ninguém, além de nossa família e amigos íntimos, já viu. Afinal essas coisas tem que compartilhar mesmo.. Esse aí em cima foi um que fizemos antes dos shows começarem, pelo que me lembro. Pra gente é engraçado pra caramba, esse cara era uma piada, já para vocês eu não sei e nem quero saber… Abaixo ta Pea, lindíssimo momento, etas, de puro amor!

Outra coisa que não pode deixar de ser lembrada são as PÉROLAS. Tô lembrando de duas que não cheguei a falar nos textos. Aí vai a primeira…

Standing in line to see the show tonight.. Eis que dia 24 de setembro de 2011, sábado, à tarde, pra ser mais precisa, estávamos ali naquela conhecida “cidade do rock” esperando pelo momento de nossas vidas, quando, de repente, chegam caras cantando clássicos.. “QUENTI STÓPI ADITE TO DI XEMPI TI, TCHAM TA DSI AIM GONNA UEM BI, CHOOSE NOT A LIFE OF IMITATION, DIS TI GOS TIUS AIN GONA UEXION”. No início, achei até que o RHCP tinha chegado mais cedo pra cantar Can’t Stop ali no meio da galera pra gente mesmo!!! Mas, na verdade, eram dois simpáticos moços que resolveram nos contar a sua história. (tem como colocar aspas dentro de aspas?)…
“QUE QUI É, GENTE? Eu num sei ingrêis não!! Catei muita latinha pra estar aqui hoje vendo meus ídolo, os Red Hot, e falo com orgulho que catei minhas latinha, trabalhamo duro lá no trampo pra ta aqui e ver os cara!!!! Vem, gente, canta com nós!!! SCAR TISSU DET AI WIXI IU SÓW”
Depois de saber a história dos dois formosos moços, nossa galera entrou no clima e a “canturia” tomou conta do Palco Mundo que, antes, contava com a monótona apresentação do outro palco, pelo telão. Ê Brasil maravilhoso, a animação foi contagiante e conhecer gente assim, ainda que sem saber nome, nem manter contato depois, é bom demais! (sério)

É, já a segunda pérola eu deixei de contar nos textos porque a dona Jujuba ainda estava com vergonha do feito. Não foi por esquecimento como essa. Mas vâmo lá…

Se não fosse você, eu não seria nada. Obrigada por tudo, Júlia!

Naquele clima de espera eterna, vento e um leve solzinho de quase 17h batendo na nossa cara, estávamos arrumando o que fazer para passar o tempo. Como já contei, fizemos cartazes, tiramos fotos, comemos CLUB Social RHCP e blá blá blá.. Só esquecemos de um detalhe. Beber água dá vontade de fazer? Xixi. Eu estava de boas por ter conseguido entrar na cidade do rock só lá pras 15h e, na mesma hora, ter feito o que precisava no banheiro (ao ar livre – dafuq was that?). Já a dona Júlia, estava lá guardando o nosso lugar desde as 14h e não aguentou.. Foi dando umas seis, sete horas a menina não aguentava mais e eu que não ia deixá-la sair de lá de forma alguma! Ela não conseguiria voltar… O jeito foi fazer ali mesmo. É.. Isso mesmo. Júlia mijou no meio da galera. Abaixou as calças e mijou tipo fodas porque ela é punk!!!!!!!!111 Brincadeirinha, foi um custo pra convencê-la de que era a única maneira de.. VER O FLEA, é… Daí pegamos umas blusas de frio, fizemos umas “cabanas”, ela abaixou e mijou. Fim.

Esse foi o mico da Júlia no Rockenrio. Quem teria coragem de fazer o mesmo pelo ídolo? AHhHhh, não foi nada perto do que a gente passou e eu, como contei, tentei repassar pra vocês. Por tais motivos, acho que vocês, neste momento, instante, segundo,  deveriam começar a ler a saga ROCK IN RIO neste mesmo blog e comentar, criticar, elogiar, divulgar, jogar no lixo, fazer o que quiser, mas passem lá.. Afinal..

É UM ANO DE ROCK IN RIO, POXA!!!!!!!!

E, para comemorar, fiz um vídeo de melhores momentos.. Revelando eu e Juju que estávamos, sim, feias, acabadas e histéricas, mas o mais importante: no melhor dia de nossas vidas. Um brindezico, então, ao aniversário deste dia! E aos que não foram, deixa estar.. Porque ano que vem tá aí pra isso, juntem dinheiro desde já que estaremos todos juntos nesta festa!

PSzão. Melhores músicas da noite, hoje vejo, foram Did I Let You Know, Higher Ground e Blood Sugar Sexy Magik, que fazia 20 anos no dia, à propósito. Foi a música que mais me chocou no setlist porque sou alucinada com sua melodia e blá blá blá… E sim, eu coloquei Snow Patrol no vídeo pra vocês verem que o show não foi tão parado como dizem.

Seventeen!!!

Nem sei como começar esse texto, pessoal, de verdade mesmo… É aniversário de um álbum tãããão odiado pela fãzeira que qualquer coisa que eu escreva será também odiava. Mas êpa, quem disse que estamos ligando pra isso, não é mesmo? Então vamos lá..

Dezessete de anos sem Navarro, sem beijo na boca do AK em Warped, sim, aquele que marcou o coração das AKzetes para sempre. Porém dezessete anos de Walkabout, Tearjerker, Transcending… Ahhhh! Que delícia que não é este CD para pegar numa tarde e ficar de bobeira escutando com os amigos. Amigos estes que nem sabem o que é Red Hot porque se soubessem, não reconheceriam..

É.. A fase foi extremamente diferente e exatamente por isso é tão odiada. Eram roupas diferentes, músicas diferentes, olhares e atos diferentes. John teve lá sua repulsa e disse que não ia escutar, que não ia tocar. Ah, mas que puta falta de respeito com o bom guitarrista que é o senhor Dave Navarro. Guitarrista este que merece o nosso reconhecimento, ainda que passando por um curto espaço de tempo pelo Red Hot. Merece nosso carinho e principalmente nosso respeito, senhores haters! Segue aí um vídeo do vídeo que chocou as garotinhas.